• sex. jun 21st, 2024

Marcos Mion se manifesta após professora hostilizar aluna deficiente em sala de aula em Sales Oliveira: ‘Isso me destrói’

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Professora se irritou e arrancou carteira de aluna de 13 anos na Escola Estadual Capitão Getúlio Lima. Comportamento foi filmado e a docente foi afastada das funções.

O apresentador Marcos Mion usou seu perfil em uma rede social para se manifestar sobre o episódio em que uma adolescente com deficiência intelectual foi hostilizada por uma professora dentro de sala em Sales Oliveira (SP).

“Isso me destrói. Não é possível. Até quando os profissionais que são obrigados a lidar com crianças com deficiência intelectual não serão qualificados? Isso não é forma de lidar com nenhuma criança, mas com uma deficiente intelectual que não dormiu ou empurrou por mal, com a intenção que um neurotípico pode ter, tona tudo ainda pior. Governo, instrução para os profissionais urgente. E que as medidas corretas sejam tomadas nesse caso”, escreveu Mion.

O caso aconteceu na última quinta-feira (24) em uma sala do 7º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Capitão Getúlio Lima.

A menina de 13 anos aparece reclinada sobre a carteira, enquanto a professora, de pé, parece tentar chamá-la. A menina reage e parece haver um toque entre elas. Em seguida, a professora arranca a carteira. Ela manda a aluna ir para a diretoria e diz que vai fazer um boletim de ocorrência porque diz ter sido agredida por jovem.

À reportagem, os pais da estudante disseram não terem sido acionados pela direção da escola sobre a suspensão da aluna e informaram que a menina tem depressão e toma remédios controlados. A família vive em Cândia, distrito de Pontal (SP).

“Eles na escola sabem o relatório da minha menina, então na hora que eu vi aquilo ali como mãe eu estou arrasada, arrasada mesmo”, afirma a caseira Edinalda Moreira Ferreira, mãe da menina.

O caso chegou ao conhecimento da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo depois que as imagens, feitas por um aluno com um celular, circularam nas redes sociais.

De acordo com Edinalda, a menina não quer voltar à escola após o episódio. Na opinião da mãe, não há justificativa para a forma como a filha foi tratada. Ela também questiona uma eventual alegação de que a menina tenha agredido a professora.

“Isso é um trauma que ela vai carregar, ela não quer mais ir pra escola, ela tem 13 anos, é uma adolescente. Isso, como mãe, dói, porque a gente quer proteção, quer proteger o filho da gente.”

Procurada, a Secretaria Estadual de Educação informou que repudia toda e qualquer forma de agressão dentro ou fora do ambiente escolar e que a professora foi afastada da sala de aula. Uma apuração foi aberta, sendo que o contrato pode ser cancelado ao fim do processo.

A pasta também comunicou que, assim que soube o que aconteceu, entrou em contato com os pais da aluna para prestar todos os esclarecimentos.

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